quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Choro


Às vezes me pego do nada
Naquele aperto no coração
Perco o ar, pareço que me afogo
Que desfaleço em pesar


Choro calada
No meio das multidões
Choro baixinho
Pra ninguém perceber
Que o que dói dentro de mim
Acaba com meu ser
Com meu estar
Com meu viver.


Às vezes acordo do nada
Com o coração na mão
Batendo, o que demonstra vida,
Mas vazio, que demonstra solidão.



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